Dando o ponta-pé inicial...

Dando o ponta-pé inicial...

por Tercilia de Oliveira Rodrigues -
Número de respostas: 16

Os avanços tecnológicos têm mudado a vida do ser humano. As casas estão mais confortáveis com aparelhos que levam conforto, informação, modernidade e facilidade nas tarefas do dia-a-dia. A indústria está automatizada, melhorando e aumentando sua produção diária e, em consequência, essa evolução gera o seu crescimento. Na Medicina não é diferente. A equipe de saúde conta com recursos tecnológicos que possibilitam novas descobertas de doenças, vacina e tratamento mais eficazes.  

Entretanto, mesmo com toda esta evolução, doenças tão comuns estão invadindo o mundo e matando pessoas inocentes como aconteceu em Angola, que no período de novembro de 2008 até fevereiro de 2009 já matou 82 crianças com raiva. No Brasil, diversas cidades são atacadas pelas epidemias de Dengue, como aconteceu no Rio de Janeiro no início deste ano que, em quatro meses levou mais de 90 pessoas a óbito.

Diante do exposto, é esse o nosso primeiro questionamento: Opine sobre o impasse entre essas duas vertentes: a de uma medicina, até certo ponto, sofisticada que recorre a medicamentos de última geração, conta com  instrumentos e aparelhos cada vez mais complexos e modernos, propõe tratamentos eficientes e intervenções cirúrgicas de alta precisão, faz descobertas genéticas surpreendentes, mas é “derrotada” por um mosquito?

 

 

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Re: Dando o ponta-pé inicial...

por Adriana Aparecida de Brito Gonçalez -

penso que o que ocorre é que ainda existe um pensamento otimista que não vai acontecer comigo, então as pessoas não se dedicam o suficiente no combate ao mosquito, se enganando que sua casa está segura, só quando acontece com alguém bem próximo é que se começa a pensar diferente.

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Re: Dando o ponta-pé inicial...

por RAÚLA MONEZI -

Acredito que o pontapé inicial parte das atitudes práticas do dia-a-dia, que devem ser feitas por cada um de nós, quando realizamos medidas simples de prevenção de dentro da nossa casa pra fora. Atitudes como a  limpeza, a  higienização de locais, alimentos, fariam uma grande diferença se levadas realmente a sério. Embora, basta apenas uma voltinha no bairro em que moramos pra ver terrenos baldios com mato crescido, abandonados, acumulando lixos orgânicos, não-orgânicos, restos de animais, etc. Dessa forma, sem a colaboração de todos fica difícil combater possíveis doenças que manifestam seus causadores nesses locais. Como se diz, uma laranja podre estraga uma cesta inteira de laranjas saudáveis. 

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Re: Dando o ponta-pé inicial...

por Cecília Antônio Nogueira -

A medicina avança na tecnologia com tratamentos e aparelhos modernos, mas só ela com toda essa tecnologia não conseguirá dar conta de milhares de pessoas que não cuidam da limpeza do seu quintal, da sua casa, que não se preocupa com a própria saude e a do proximo com atitudes simples, como jogar lixo no lixo, ou não deixar agua parada. Médicos e altas tecnologias podem ser muitas, mas a limpeza ou a sujeira podem ser milhares. Falta conscientização em muitos ainda, infelizmente. 

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Re: Dando o ponta-pé inicial...

por Geni Viviane Sales Marangon -
Todos sabemos que a conscientização é a melhor prevenção e com tantas campanhas creio que toda a população já conhece as causas e efeitos, acho que há uma postura egoísta das pessoas em achar que a dengue não é um problema de todos. Vejo também que o poder publico não faz a sua parte, basta dar uma volta pela cidade e vemos espalhados possíveis criadouros nas ruas, terrenos e até prédios públicos.
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Re: Dando o ponta-pé inicial...

por Ana Carolina Marçal de Araújo Bernal -

Mesmo sabendo que existem essas tecnologias avançadas, infelizmente há pessoas que não se preocupam com o seu bem estar e do próximo, não fazendo a limpeza diariamente na sua residência, pensando que o mosquito nunca irá se proliferar em algum foco que existir. 

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Re: Dando o ponta-pé inicial...

por Rosângela Trevizoli Neves -

Porque o desenvolvimento científico foca na Medicina individual e, em se tratando de doenças transmitidas por vetores, o enfoque é direcionado á doenças coletivas envolvendo outros setores além da saúde, exemplo: Nosso País está em péssimas condições ambientais devido á expansão da urbanização. Nas periferias onde há falta de saneamento e com serviços precários, sendo um deles a falta de  água,  gera o hábito da população armazená-la em recipientes diversos favorecendo a proliferação do mosquito.

Bom seria se o governo embarcasse com a bandeira da erradicação do vetor, mas isso demanda investimento vultuosos, consequentemente é mais prático o relaxamento das campanha educativas em áreas de menores riscos para o barateamento das operações.

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Re: Dando o ponta-pé inicial...

por Elisangela Vieira Luz Piva -

Atualmente a tecnologia tem avançado muito, mas nada adianta se cuidados tão simples são deixados de lado. Mas principalmente o pensamento de que estou fazendo o certo e nada acontece comigo, ou seja, penso somente em mim e nos meus próximos, sabendo que se fizer algo pode ser pouco mas pode fazer a diferença.

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Re: Dando o ponta-pé inicial...

por Fernanda Leandro da Silva Tardivo -




Bom, penso que as pessoas precisam se conscientizar de que há muitas doenças no mundo, a cada dia surgem mais, infelizmente, mas nem sempre os recados, propagandas na mídia, panfletos, etc. São suficientes para que todos tomem as providências necessárias para se evitar essas doenças de zoonoses. Portanto com este conhecimento, podemos reforçar este assunto com nossas crianças através de atividades diversas sobre este importante assunto, pois a escola é lugar de educar integralmente as crianças para que se tornem cidadãos conscientes.
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Re: Dando o ponta-pé inicial...

por Natália de Souza Pinholi Kotake -

Acredito que as pessoas ainda acreditam que as doenças estão longe, que não precisam se preocupar. Se esquecem que para ter um animal saudável, um ambiente saudável, precisam se prevenir, dentro de casa mesmo, com pequenas atitudes, como higienizar os locais em que os animais fazem suas necessidades, lavar as vasilhas de alimento e água e vacinar os animais corretamente, pois quem tem animais deve ter a consciência de que vão dar gastos veterinários.

Também é importante que cuidemos dos arredores de onde moramos, evitando lixo no chão, terrenos baldios e restos de comida e fezes, assim estaremos colaborando com um ambiente saudável e não ajudamos na proliferação de doenças. 

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Re: Dando o ponta-pé inicial...

por Camila Faga de Souza Rodrigues -

Credito este paradoxo à falta de educação e cultura. Vemos crianças, ainda muito pequenas, manuseando aparelhos tecnológicos com grande desenvoltura, e, no entanto, ainda não adquiriram hábitos, e estes muitas vezes não são adquiridos mesmo quando adultos, de higiene e respeito ao espaço coletivo. Já observei alunos serem extremamente zelosos na escola, preocupando-se com a organização do espaço escolar, seja ao que se refere a guardar brinquedos, materiais, fechar uma torneira, avisar sobre algo quebrado etc e não apresentarem o mesmo cuidado com seus pertences pessoais, trazendo materiais escolares ou vindo com roupas sujas para escola. Vemos que a criança é capaz de cuidar de seus pertences, tanto pessoais quanto coletivos, no entanto, falta estímulo familiar e social. Infelizmente o ser humano é, de maneira generalizada, egoísta e egocêntrico, colocando o bem estar  e a facilidade acima de qualquer outra coisa.

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Re: Dando o ponta-pé inicial...

por Gisele Garcia Dias -

É fato que dependendo da comunidade para acabar com os criadouros do mosquito, se os membros da comunidade não tiverem consciência de que é necessário que cada um faça sua parte e acabe com os criadouros de nada adianta os recursos tecnológicos, pois o mosquito encontra situações favoráveis a sua proliferação. Os recursos tecnológicos são insuficientes perante tantos lugares possíveis para o mosquito se desenvolver.

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Re: Dando o ponta-pé inicial...

por Keila Beatriz Fernandes Custódio -

Essas  duas vertentes configuram a realidade posta neste novo milênio, ou seja, a tecnologia é atrativa não precisa ser ensinada, todos buscam os conhecimentos necessários para lidarem com os equipamentos, para estarem conectados com o mundo. Agora doença, requer hábitos de prevenção, mudança de paradigmas, requer princípios de valores educativos, valores estes quebrados por esta mesma sociedade tecnológica. Isto nos mostra a falência familiar, o fracasso escolar, o sucateamento das propostas governamentais. Tudo está ligado à educação seja na família ou na escola, e se pararmos pra pensar como estão estas entidades sociais, entendo que estão se reconfigurando, se reconstruindo, e assim colhemos frutos deste tipo, "um mosquito, derrota toda esta tecnologia". o investimento tem que ser no humano tanto quanto na tecnologia, e é aí, que a educação escolar está aquém. Acredito que este é o caminho. 

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Re: Dando o ponta-pé inicial...

por Carla Janete Fernandes Olsen -
O avanço da medicina é notável, sendo assim, muito admirado. Porém, não pode ser responsável pelas questões de higiene básica pessoal. Isto cabe a cada indivíduo que precisa proteger sua moradia e local de trabalho sempre limpos e organizados, assim, não somente se precavendo do mosquito transmissor da dengue como também de animais venenosos, escorpiões e cobras. Além das mutações genéticas que os responsáveis por certa doença podem sofrer. Em suma, de nada adianta tais avanços sem a colaboração do público, logo, quem derrota a medicina é o próprio povo que se esquece dos conceitos básicos de higiene.
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Re: Dando o ponta-pé inicial...

por Francini Picolin Santiago -
O Brasil é um país que está em pleno desenvolvimento quando o assunto é medicina. Algumas doenças até então consideradas malignas hoje em dia já tem cura, quando cuidada com os avanços da medicina. A exemplo disso, temos o câncer. A questão é... A preocupação do governo e dos governantes está em curar a doença e não em preveni-las. Atitudes simples e acessíveis a todas as camadas da população relacionadas principalmente à higiene, são necessárias para ajudar a combater a propagação das doenças, ou seja, acabar com o “mosquito”. Outro fator indiscutível é a responsabilidade do governo em conscientizar a população, criar políticas públicas para melhorar as condições de vida da população mais carente, assim como melhorar o atendimento público de saúde. Essa conscientização deve ser ensinada ainda na infância, por professores com amplo conhecimento no assunto através de brincadeiras, gincanas, histórias, ou seja, de maneira lúdica e prática.
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Re: Dando o ponta-pé inicial...

por herica bueno de souza -

Mesmo com a existência de tecnologias super avançadas, infelizmente a população brasileira tem o hábito de não cuidar do ambiente em que vive. Não realizando a limpeza necessária . Acreditando que o problema nunca vai acontecer com ela.