Os avanços tecnológicos têm mudado a vida do ser humano. As casas estão mais confortáveis com aparelhos que levam conforto, informação, modernidade e facilidade nas tarefas do dia-a-dia. A indústria está automatizada, melhorando e aumentando sua produção diária e, em consequência, essa evolução gera o seu crescimento. Na Medicina não é diferente. A equipe de saúde conta com recursos tecnológicos que possibilitam novas descobertas de doenças, vacina e tratamento mais eficazes.
Entretanto, mesmo com toda esta evolução, doenças tão comuns estão invadindo o mundo e matando pessoas inocentes como aconteceu em Angola, que no período de novembro de 2008 até fevereiro de 2009 já matou 82 crianças com raiva. No Brasil, diversas cidades são atacadas pelas epidemias de Dengue, como aconteceu no Rio de Janeiro no início deste ano que, em quatro meses levou mais de 90 pessoas a óbito.
Diante do exposto, é esse o nosso primeiro questionamento: Opine sobre o impasse entre essas duas vertentes: a de uma medicina, até certo ponto, sofisticada que recorre a medicamentos de última geração, conta com instrumentos e aparelhos cada vez mais complexos e modernos, propõe tratamentos eficientes e intervenções cirúrgicas de alta precisão, faz descobertas genéticas surpreendentes, mas é “derrotada” por um mosquito?